Terça-feira, 27 de Março de 2012

Seminário Dinamizado pela GAUDEAMUS no Dia Internacional da Mulher

A GAUDEAMUS - Associação Juvenil, através do Gabinete Para a Vida - Projecto “Tolerância Zero”, realizou, no passado dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, um Seminário sobre questões de Género e Saúde.

Este Seminário que teve lugar na Biblioteca Municipal de Tábua contou com a presença de várias/os conferencistas e muitas/os participantes, ultrapassando não só as expectativas da entidade organizadora, mas também a lotação do espaço.

Ao longo do dia, foi criado um ambiente de debate, de partilha de conhecimentos e experiências, enriquecido pela participação activa do público presente, bem como das/os várias/os parceiras/os institucionais.

Assim, o evento integrou duas conferências Plenárias, de Abertura e de Encerramento e 6 comunicações convidadas integradas na temática central e em diversos temas de enquadramento inseridos em cinco painéis temáticos.

Num primeiro momento, o Dr. Vasco Prazeres, representante da Direcção Geral de Saúde, apresentou a perspectiva institucional de Género e Saúde - Estado da Arte.

Seguiu-se o primeiro painel +Género = + Saúde, a cargo da Dra. Mafalda Ribeiro, Psicóloga Clínica do Projecto “Tolerância Zero”, onde se destacou que a Sociedade Portuguesa em geral continua a aceitar um modelo normativo ou “ hegemónico” da masculinidade, o que resulta subsequentemente em condutas disfuncionais e de risco.

Por sua vez, no segundo painel Diferença ± Doença = - Igualdade?, o Dr. Brito Largo fez a análise da situação do cuidar de pessoas vítimas de Acidente Vascular Cerebral e concluiu que os prestadores de cuidados são geralmente as mulheres e que tal facto decorre de uma determinação sociocultural.

Já da parte da tarde, a Prof. Dra. Maria Neto dinamizou o painel + Género x Violência = - Saúde?, salientando que a violência contra as mulheres assume-se como a moderna epidemia e como tal, é necessária uma intervenção multissectorial e multidisciplinar.

O quarto painel Pobreza x Violência = - Igualdade? contou com a presença de Prof. Dra. Luísa Ferreira da Silva, que analisou a pobreza como resultado de uma desigualdade social que se repercute na saúde e subsequentemente na mortalidade e morbilidade das classes sociais desfavorecidas. Por fim, no último painel Género + ∞ = + Diferença? a Prof. Dra. Madalena Abreu fez o relato da sua experiência pessoal e realçou a importância do crescimento individual e da relevância da experiência como modo de atribuir significado à análise sensorial.

De ressaltar que, ao longo do dia, a plateia teve a oportunidade de assistir a quatro Momentos Culturais de grande qualidade proporcionados pela Associação Artística Andante que, através das artes da palavra e do som, reflectiu sobre o ser Mulher.

Para além disso, no mesmo local, os/as participantes foram convidadas/os a visitar uma exposição que apresentava as Mulheres que agraciadas com os vários Prémios Nobel, desde o início da sua entrega (1901).

Por fim, é de realçar que o número de participantes e de consequentes opiniões partilhadas nos vários debates excedeu largamente as expectativas da Organização. A presença de muitos elementos, e de várias áreas do saber deve ser encarada como indicador do interesse, da pertinência e da actualidade dos temas abordados neste Seminário.

Na verdade, a apreciação foi muito positiva, tendo sido bem classificado na sua globalidade, assim como no que se refere à pertinência do tema e à clareza das intervenções, para além de pelo menos ter correspondido às expectativas de todas/os as/os participantes, quando não de as ter superado.

Para este sucesso foi imprescindível o apoio precioso da Câmara e Biblioteca Municipais de Tábua, na pessoa da Sr. Vereadora Dra. Ana Paula Neves, assim como à presença das/os nossas/os parceiras/os institucionais – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) na pessoa do Dr. Manuel Albano, Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, representada pela sua Presidente Prof. Dra. Maria da Conceição Bento, Instituto Superior Piaget de Viseu, na pessoa do Prof. Dr. Paulo Alves e da Direcção Geral de Saúde, na pessoa do Dr. Vasco Prazeres a quem mais uma vez publicamente agradecemos, englobando ainda todas as pessoas inscritas.

Quinta-feira, 15 de Março de 2012

19 mulheres por dia foram vítimas de violência doméstica

De acordo com as Estatísticas/Relatório Anual 2011, elaboradas pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), 19 mulheres por dia foram vítimas de violência doméstica em Portugal, no ano passado. No total foram registados 15.724 crimes de violência doméstica contra as mulheres.

Num momento em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, a APAV assinala que a mulher continua a ser a principal vítima de todos os tipos de crime, com 80% dos crimes praticados contra o sexo feminino. O autor do crime é predominantemente do sexo masculino (78%).

Traçando o perfil da vítima de crime, com base nos dados recolhidos pela APAV, verifica-se que: a vítima é mulher; tem entre os 35 e os 40 anos ou mais de 65 anos; é portuguesa; é casada; tem a sua família nuclear com filhos; trabalha por conta de outrem e reside nas grandes cidades.

Na área da violência doméstica verificaram-se mais 505 factos criminosos ao nível dos maus tratos físicos, relativamente a 2010; mais 427 factos nos maus tratos psíquicos; mais 55 factos criminosos no homicídio tentado e mais 5 mortes por homicídio consumado do que em 2010.

A APAV tem tido um papel determinante ao nível do apoio directo à vítima de crime, mas também na prevenção do crime, anterior à vitimação. Essa resposta tem-se traduzido na qualificação dos profissionais que prestam apoio às vítimas de crime, e na sensibilização do público em geral para essas temáticas.

Ao longo de 2011 a APAV realizou 421 acções de sensibilização sobre os temas da violência no namoro, violência doméstica e violência nas escolas, que envolveram 19.624 participantes.

FONTE: APAV

LINK: http://www.apav.pt/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=566

Reatividade excessiva dos pais associada com problemas de comportamento dos filhos

Os pais que se irritam com facilidade e que têm reações exageradas têm uma maior probabilidade de terem filhos que agem fora do controlo e ficam facilmente aborrecidos, sugere um estudo publicado no “Development and Psychopathology”.

Para o estudo, os investigadores da Oregon State University, nos EUA, contaram com a participação de 361 famílias adotivas, tendo também obtido os dados genéticos dos pais biológicos e das crianças.

Os investigadores, liderados por Shannon Lipscomb, acompanharam as crianças aos nove, dezoito e vinte e sete meses e constataram que os pais adotivos que tinham tendência a terem reações exageradas, por exemplo, zangarem-se facilmente quando as crianças testavam os seus limites ou faziam asneiras, influenciavam o comportamento dos filhos. Estas crianças apresentavam “emoções negativas” e agiam fora do controlo, tendo acessos de raiva mais frequentes do que o normal para a sua idade.

"Esta é uma idade onde as crianças são propensas a testar limites e fronteiras", revelou, em comunicado de imprensa Shannon Lipscomb. "No entanto, os estudos mostram consistentemente que as crianças com níveis elevados de emoções negativas durante estes primeiros anos têm mais dificuldades em controlar as emoções, e tendem a apresentar um comportamento mais problemático durante a idade escolar”.

Os investigadores também constataram que as crianças que apresentaram um maior aumento de emoções negativas, desde os nove aos vinte e sete meses de idade, também apresentaram maiores problemas de comportamento aos dois anos. O que sugere que as emoções negativas que ocorrem durante o desenvolvimento do bebé podem ter implicações no comportamento das crianças anos mais tarde.

Por outro lado, o estudo também verificou que a genética também desempenhava um papel importante no comportamento das crianças, particularmente nos casos de crianças que apresentavam um risco genético para as emoções negativas herdadas através das suas mães, apesar de terem sido criadas num ambiente calmo e menos reativo.

Assim de acordo com Shannon Lipscomb os pais têm que ter consciência que a forma como os filhos se adaptam à primeira infância, um momento desafiante marcado pela crescente mobilidade e independência da criança, pode ter impacto no futuro desenvolvimento da criança.

“A capacidade do pais em controlarem as suas reações e não vacilarem, serem seguros e não exageram perante os comportamentos das crianças é uma forma importante de ajudar os filhos a modificar os seus comportamentos”, conclui a investigadora. “Os pais dão exemplo aos filhos no modo como gerem as emoções e reações”.

FONTE: ALERT Life Sciences Computing, S.A. Estudo publicado no “Development and Psychopathology”.

LINK: http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/reatividade-excessiva-dos-pais-associada-com-problemas-de-comportamento-dos-filho#.T0grhMOeWgM.facebook


Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012

Seminário - Questões de Género


O IV Plano Nacional para a Igualdade pretende afirmar a igualdade como factor de competitividade e desenvolvimento , numa tripla abordagem:

Reforço da transversalização da dimensão de género;

Conjugação desta estratégia com acções específicas;

Introdução da perspectiva de género em todas as áreas de discriminação

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as desigualdades entre grupos sociais em todas as áreas e especialmente em matéria de saúde são «política, social e economicamente inaceitáveis».



OBJECTIVOS DO SEMINÁRIO



- Sensibilizar a comunidade em geral e técnicas/os das áreas de saúde e social em particular, do impacto negativo na saúde - entendida no sentido lato definido pela OMS - da não integração da perspectiva de género, nomeadamente nas práticas quotidianas, no acesso e nos cuidados;

- Contribuir para a divulgação e adopção de estratégias de promoção da igualdade;

Identificar a violência como um problema de saúde pública


PROGRAMA

09h00 - Abertura do Secretariado

09h30 - 10h00 - Sessão de Abertura

Representante da CIG, Presidente da Câmara, Representante da DGS,
Directora do Centro de Saúde, GAUDEAMUS.

10h00 - 10h40 - Apresentação do Tema: Saúde e Género - O Estado da Arte

Representante da DGS - Dr. Vasco Prazeres

10h40 - 11h10- Pausa / Visita à Exposição

11h10 - 11h40 Debate: + Saúde = + Género | Bem estar Psicológico: uma questão de género e/ou de saúde?

Dra. Mafalda Ribeiro - Psicóloga Clínica do Gabinete para a Vida

Dra. Patrícia Vaz - Coordenadora Técnica numa Associação Juvenil

11h50 - 12h30 Diferença +/- Doença = - Igualdade?

Estereótipos de Género - Que Influência no Domínio da Doença Crónica.
Dr. Brito Largo - Terapeuta da Fala nos HUC, Terapeuta Familiar Fac. de Psicologia da UC

Dra. Carla Correia - Médica Coordenadora da UCSP de Tábua

12h30 - 14h00-I Momento Cultural - Almoço Livre

14h00 - 14h40 - Género x Violência = - Saúde

Impacto da Violência na Saúde Feminina

Prof. Dra. Maria Neto - Docente Esc. Sup. de Enfermagem C.

Dra. Sofia Bernardes - Médica Delegada de Saúde

14h40 - 15h20 - Pobreza x Género + Doença = - Igualdade

Saúde no Colectivo: A pobreza e o Género

Prof. Dra. Luísa Ferreira da Silva - Docente da Uni. Técnica de Lisboa

Dra. Ana Costa - Conselheira da CIG pelo Graal

15h20 - 15h50 Pausa

15h50 - 16h30 Género + = + Diferença

A Espiritualidade na Saúde e na Doença: uma questão de Género?

16h30 - 17h00 - II Momento Cultural

Conclusões seguidas da Sessão de Encerramento - Participantes a designar

Inscrição on-line: http://jotform.com/form/20313028940

A inscrição deverá ser enviada até ao dia 01 de Março de 2012 para:

GAUDEAMUS - Associação Juvenil

Av. de Coimbra, Lote 6 - 5A

Tel.: 235 412 010 - Fax.: 235 418 610

Email: info@gaudeamus.org.pt

Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

Pais preocupados com novas regras laborais

Os pais temem que os filhos venham a ficar em casa sozinhos, caso seja aplicado o novo regime que elimina o sábado como dia de descanso, por falta de estruturas capazes de acolher as crianças. Os representantes da Confederação Nacional e Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) estão «preocupados» com a alteração ao Código de Trabalho que prevê um novo regime de banco de horas. O regime admite um aumento máximo de 150 horas anuais, o que significa que, mediante acordo com o trabalhador, poderá ser possível trabalhar 25 dos 52 sábados do ano.

«O que vai acontecer é que muitos filhos vão ficar sozinhos em casa, porque o mercado vai tentar dar resposta às mudanças, mas neste momento o país não está preparado, não tem estruturas para deixar os alunos», alertou Rui Martins, secretário da CNIPE. O representante da CNIPE lembrou à Agência Lusa que esta mudança implica ter os estabelecimentos a funcionar ao fim-de-semana, mas também ter transportes para as crianças: «Há muito tempo que deixou de haver escola ao sábado e, depois, também não há transportes. É preciso não esquecer que há muitas escolas que são distantes de casa dos alunos, que estão a muitos quilómetros de distância», lembrou Rui Martins.

A Agência Lusa contactou o presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), Lino Maia, que explicou que será preciso analisar «caso a caso», apesar de reconhecer que é capaz de «ser difícil» dar as respostas necessárias porque, neste momento, «as instituições já estão no limite e não podem fazer muito mais». Apesar de já existirem creches e estabelecimentos de pré-escolar abertos sete dias por semana, Lino Maia diz que a maioria está encerrada ao fim-de-semana.

Já o diretor da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP), Rodrigo Queiroz e Melo, garantiu «as escolas do ensino particular estão sempre disponíveis a recolher os alunos e responder às necessidades dos país».

O presidente da Associação Nacional das Famílias Numerosas, Fernando Ribeiro e Castro, lamenta a «situação de emergência» a que o país chegou e, por isso, entende que as pessoas têm «de trabalhar mais» e que «a sociedade terá de se organizar nesse sentido. Terá de haver oferta das creches para cobrir essas necessidades das famílias». «As famílias já estão a pagar mais eletricidade, mais transportes, mais de tudo e tem de se encontrar um equilíbrio. Temos de pagar mais agora e vamos ver até onde é que vamos conseguir aguentar», disse Fernando Ribeiro e Castro.

Para o padre Lino Maia, a situação é «preocupante». O responsável lamenta não ver a família «mais protegida»: «A família são as pessoas que se encontram por afetos, por sonhos, por realizações. Se não há este espaço, este tempo, as pessoas começam a andar à deriva, sem projeto e sem afeto, desencontram-se», alertou, sublinhando que gostava que «pelo menos o fim-de-semana fosse o tempo da família».

Fonte: Revista Pais & Filhos

Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012

Internet amplia perigos para as crianças

O desenvolvimento da internet tem vindo a fazer aumentar o nível de perigo a que as crianças são expostas, revela um estudo da Unicef. «Embora ofereça mais oportunidades para educação e informação que em qualquer outra época da história, [a internet] veio também amplificar a escala e o potencial de ameaças às crianças», salienta o trabalho, denominado Protecção das crianças do abuso e exploração sexuais no ambiente de fusão Online/Offline.

O estudo visa proporcionar um melhor entendimento dos riscos que os jovens correm online, e apresenta um enquadramento para protegê-los dos perigos em três vertentes: imagens de abuso de crianças, sedução manipuladora online e cyberbullying. O relatório citado pela Agência Lusa alerta para a necessidade de criar «um ambiente mais seguro» na internet, actuando em quatro áreas: capacitar as crianças para que se protejam, acabar com a impunidade dos abusadores, reduzir a disponibilidade e o acesso ao perigo e apoiar a recuperação das vítimas.

O relatório refere ainda que a legislação e respectiva aplicação efectiva à escala global são elementos de protecção cruciais, mas em termos nacionais, a aplicação das leis tem sido lenta em muitos países, e naqueles em que essa legislação existe, a mesma carece muitas vezes de harmonização, em particular nas áreas de definição de «criança» e de «pornografia». Dos 196 países analisados, apenas 45 dispõem de legislação suficiente para combater as infracções por utilização de imagens de abuso de crianças.

Fonte: Revista Pais&Filhos

Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012

Médicos têm “o dever” de sinalizar casos de violência doméstica às autoridades

O medo faz com que muitas mulheres escondam aos médicos que são vítimas de violência doméstica, acabando por inventar outros motivos para as agressões. A directora da Delegação Norte do Instituto Nacional de Medicina Legal sabe que o facto acontece com muita frequência e reconhece que o médico deve sinalizar os casos de violência doméstica.

“Aos profissionais que estão no terreno e trabalham com estas pessoas não chega nada”, afirma Teresa Magalhães. “Por exemplo, aos médicos chegam relatos que não têm nada a ver com a ocorrência”, conta a médica e investigadora.

Ainda assim, Teresa Magalhães lembra que os profissionais que actuam na “qualidade de funcionários públicos” têm “o dever de sinalizar” casos de violência doméstica e maus tratos, “que são crimes públicos”, recorda a docente da Universidade do Porto.

No que diz respeito aos médicos, “muitas vezes coloca-se a questão de que este pode estar obrigado ao segredo médico”, reconhece a especialista.

No entanto, Teresa Magalhães não deixa dúvidas: “o nosso código deontológico é muito claro em relação às crianças, aos idosos e às pessoas com incapacidades e diz que o médico tem o dever de comunicar as situações que tem conhecimento às autoridades competentes”.

Prevenção deve começar junto das crianças

Autora do livro “Violência e Abuso - Respostas simples para questões complexas”, entre outras obras dedicadas ao tema, Teresa Magalhães elogia o trabalho que tem sido feito em Portugal ao nível da prevenção e apoio às vítimas de violência doméstica.

A médica defende que agora é preciso passar para um próximo patamar: “a formação”. Em todos os campos que lidam com o assunto, do direito à psicologia passando pela medicina, “é necessário formar pessoas que depois possam se dedicar a tempo inteiro a estas questões”, defende Teresa Magalhães.

Outro ponto sustentado pela investigadora é começar a prevenção junto dos mais novos. “Começa a desenvolver um trabalho sistemático e para sempre junto das nossas crianças”, explica Teresa Magalhães.

“Elas serão as futuras vítimas ou os futuros abusadores e, então, é preciso começar a ensiná-los desde logo porque é que elas não têm de ser vítimas e porque é que elas não têm que abusar”, concluí a médica.

@Alice Barcellos

Fonte:Sapo Notícias

Sábado, 17 de Dezembro de 2011

Cérebro das crianças abusadas é diferente

As crianças vítimas violência doméstica apresentam o mesmo padrão de atividade cerebral que o observado nos soldados expostos ao combate, dá conta um estudo publicado no Current Biology.

Os maus tratos são conhecidos por ser um dos mais importantes fatores de risco ambientais associados com a ansiedade e a depressão. Contudo, de acordo com o líder do estudo Eamon McCrory, da University College London, no Reino Unido ainda pouco se sabe como é que estas adversidades aumentam a vulnerabilidade das crianças para problemas mentais futuros, cita o site Alert.

Para este estudo os investigadores submeteram os cérebros de 43 crianças, metade das quais tinham sido alvo de violência doméstica documentada, a uma ressonância magnética funcional para investigar qual o impacto que os abusos físicos e a violência doméstica tinham nas crianças. No momento da realização deste procedimento as crianças visualizaram fotografias de faces de indivíduos, tristes, calmos ou zangados.

O estudo revelou que o cérebro das crianças que tinham sido expostas à violência doméstica respondia de forma diferente perante a visualização das faces zangadas versus tristes. As crianças com antecedentes de abuso apresentaram uma maior atividade em duas zonas específicas do cérebro, a ínsula anterior e a amígdala, que estão envolvidas na deteção da ameaça e na antecipação da dor. De acordo com Eamon McCrory, estas alterações não refletem danos cerebrais. Pelo contrário, estes padrões representam uma forma do cérebro se adaptar a ambientes difíceis ou perigosos. Contudo, estas alterações podem posteriormente produzir uma maior vulnerabilidade ao stresse.

O investigador revela que «estes resultados chamam a atenção para a importância do impacto que pode ter para uma criança viver numa família caracterizada pela violência. Mesmo que uma criança não demonstre sinais de ansiedade ou depressão, estas experiências podem ter efeitos mensuráveis a nível neuronal».

«O próximo passo será tentar perceber quão estáveis são estas alterações. Nem todas as crianças expostas à violência doméstica desenvolvem problemas mentais, muitas conseguem dar um salto para trás e ter uma vida de sucesso. Queremos saber muito mais sobre esses mecanismos que ajudam as crianças a ficarem resistentes», conclui Eamon McCrory.


Fonte: Revista Pais & Filhos

Link: http://www.paisefilhos.pt/index.php/homepage-mainmenu-1/notas-menu-noticias-60/4290-cerebro-das-criancas-abusadas-e-diferente

Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

Estudo europeu: Pais portugueses são os que dedicam mais tempo a brincar com os filhos


Os pais portugueses são aqueles que mais tempo dedicam a brincar com os seus filhos. Esta é uma das conclusões de um estudo elaborado pela empresa espanhola de brinquedos Imaginarium e que envolveu seis países e 1800 famílias.


As crianças portuguesas preferem brincar com os seus irmãos, noutros países os amigos são os preferidos
As crianças portuguesas preferem brincar com os seus irmãos, noutros países os amigos são os preferidos


Comparando as prioridades e inquietações dos pais sobre o acto de brincar e os brinquedos em Espanha, Portugal, Itália, Alemanha, México e Hong Kong, a investigação conclui que a maioria dos pais europeus dedica entre 30 a 60 minutos por dia a brincar com os filhos. Portugal destaca-se dos restantes países, pois apresenta uma maior percentagem de pais (34%) que brinca mais de uma hora diária com os filhos.

Os pais portugueses defendem o acto de brincar, sendo que 67% considera que brincar é o factor mais importante para o desenvolvimento dos seus filhos. As maiores diferenças entre países estão nos benefícios associados aos brinquedos. Em Espanha, Itália e Portugal, a maioria dos pais considera o desenvolvimento psicomotor o mais importante, enquanto na Alemanha e Hong Kong o desenvolvimento da imaginação é destacado como a competência mais positiva associada ao uso de brinquedos. Em todos os países analisados, os pais estão de acordo quanto aos benefícios em termos de conhecimentos culturais e científicos.

Relativamente ao dinheiro destinado a brinquedos, este Natal o orçamento médio europeu situa-se entre os 50 e os 100 euros por criança, sendo que 41% dos portugueses se incluem nesta faixa, face a 60% dos alemães. As características mais valorizadas pelos pais de todos os países analisados na altura de escolher os brinquedos são a segurança e a qualidade, aspectos que ficam acima do preço (que é o principal aspecto a ter em conta para 10% dos portugueses e dos alemães).

A maioria dos entrevistados prefere o atendimento personalizado, a variedade e os serviços dos estabelecimentos especializados para comprar brinquedos na época de Natal. No geral, a internet continua a ser pouco utilizada para comprar brinquedos (uma média de 2% em Portugal, Itália e Espanha), embora na Alemanha e em Hong Kong 10% dos pais optem pela compra online.

Relativamente às preferências das crianças na companhia escolhida para brincar, o estudo revela que em todos os países os mais pequenos preferem brincar acompanhados do que sozinhos. Em Portugal, e ao contrário do que acontece nos outros países da Europa, onde a preferência é para brincar na companhia de amigos, as crianças preferem divertir-se com os seus irmãos (35%) em primeiro lugar.

O estudo conclui ainda que a televisão exerce pressão sobre as crianças através do aparecimento de brinquedos em séries infantis. As crianças são a principal influência sobre os pais na hora de escolher os brinquedos, tendência que se nota em todos os países.

Por fim, é de destacar a fraca popularidade dos livros, pois apenas 5% dos pais portugueses, espanhóis e italianos escolheriam o seu livro preferido como presente para os filhos.

Fonte: Público
http://www.publico.pt/Sociedade/pais-portugueses-sao-os-que-dedicam-mais-tempo-a-brincar-com-os-filhos-1523953

Domingo, 4 de Dezembro de 2011

Concurso estimula responsabilidade social dos mais novos

Título: Concurso estimula responsabilidade social dos mais novos
Link: http://gotaf.socialtwist.com/redirect?l=2l1sz

Terça-feira, 29 de Novembro de 2011

Lançada nova campanha nacional contra a violência doméstica

Uma em cada três vítimas de violência doméstica permanece mais de dez anos na relação e, para combater este crime, é lançada hoje uma nova campanha nacional.

No âmbito do IV Plano Nacional Contra a Violência Doméstica, que começou este ano e termina em 2013, a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) lança hoje mais uma campanha de sensibilização para combater este flagelo.

"Esta é mais uma chamada de atenção para o problema da violência doméstica", explicou à Lusa a secretaria de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, lembrando que "na maior parte dos casos as mulheres percorrem uma trajetória de violência que dura muitos anos".

Citando os últimos estudos nacionais, Teresa Morais recordou que "entre 36 a 39 por cento das mulheres suportam durante mais de uma década uma relação violenta".

Hoje, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, o executivo apresenta no Hospital Amadora-Sintra a campanha de sensibilização para 2011.

Até ao segundo trimestre deste ano, a forças policiais receberam 14.508 participações relacionadas com casos de violência doméstica. "Em 85 por cento dos casos as vítimas eram mulheres e em 15 por cento eram homens", acrescentou a secretaria de Estado.

Comparando com igual período do ano passado, registou-se uma "ligeira diminuição de quatro por cento", revelou a responsável, acrescentando que "esta tendência se deverá manter ao longo do terceiro trimestre". A campanha será visível em anúncios nas televisões, jornais e rádios, mas também nos autocarros de Lisboa e Porto, onde serão afixados cartazes.

"Nas próximas três semanas a campanha vai estar presente com grande intensidade", garantiu a responsável. Além das campanhas de sensibilização, o Plano Nacional de Combate à Violência Doméstica prevê outras medidas (50 no total), que contam com o envolvimento das autarquias para conseguir prevenir e combater este crime.

A divulgação de boas práticas empresariais no combate à violência doméstica, a implementação do rastreio nacional de violência doméstica junto de mulheres grávidas, a implementação de programas de uma intervenção estruturada para agressores, o alargamento a todo o território nacional da utilização da vigilância eletrónica, e a criação do mapa de risco georeferenciado do percurso das vítimas são outras das medidas definidas no plano.

Fonte: Notícias Sapo

Sábado, 19 de Novembro de 2011

Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres

Para o próximo dia 25 de Novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, data designada oficialmente já desde 1999, pelas Nações Unidas (ONU) a GAUDEAMUS Ass. Juvenil irá dinamizar uma série de actividades para sinalizar este dia em Tábua e Arganil. Desta forma gostaríamos que nos ajudassem a divulgar as nossas iniciativas para esse dia. Numa comunidade onde a Violência Doméstica é palco quase "porta sim, porta sim" parece-nos deveras importante divulgar o nosso trabalho para que pouco a pouco possamos chegar ao maior número de pessoas e crianças do conselho que possam sofrer por serem vítimas deste problema.

Marcha Nocturna - Folheto de Inscrição


Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011

Dia 25 de Novembro: Dia Internacional pela Eliminição da Violência Contra as Mulheres


Não à violência contra a Mulher


Desmistifique mitos e crenças. Quebre este ciclo.

Porque é um problema de todos nós.

Queixas de Violência Doméstica devem atingir 31 mil

O número de queixas por violência doméstica em Portugal tem vindo a aumentar na última década, devendo as forças de segurança registar, este ano, cerca de 31 mil participações.

No primeiro semestre deste ano, as forças policiais, designadamente a PSP e a GNR, receberam cerca de 14700 queixas por crimes de violência doméstica, disse Marta Silva, da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).

Entre 2000 e 2008, a evolução dos registos oficiais apontam para "uma subida de 10% a 12%", em cada ano, das queixas por esse tipo de crime.

Marta Silva falava na primeira sessão plenária do colóquio "Violência doméstica sobre as mulheres - Respostas, dilemas e desafios", organizado pelo Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra.

A oradora ressalvou que, numa "análise genérica" dos dados disponíveis desde 2000, quando os actos de violência doméstica passaram a ser considerados crime pública na ordem jurídica portuguesa, verificou-se um "aumento significativo" das denúncias assumidas pelas vítimas, na ordem dos 10% a 12% por ano, até 2008.

De 2008 para 2009, "devido à alteração do quadro legal" então ocorrida, que alargou de "forma exponencial" o leque de situações que podem constituir crime de violência doméstica, o número de participações às autoridades subiu 38%.

Para Marta Silva, os mais de 30 mil casos de suposto crime, que em média são registados todos os anos pelas forças de segurança, correspondem, no entanto, a "uma cifra mínima daquilo que é o problema real" da violência doméstica no país.

"Já muita coisa foi feita em termos de respostas sociais e judiciais às vítimas", disse, por seu turno, Madalena Duarte, da organização do colóquio, que decorreu no auditório da Faculdade de Economia de Coimbra.

Madalena Duarte e Ana Oliveira, investigadoras do CES, desenvolvem um projecto nesta área subordinado ao tema "Trajectórias de esperança: itinerários institucionais de mulheres em situação de violência doméstica".

A formação de agentes policiais para que "recebam as mulheres" vítimas agredidas "com uma dignidade" que antes não existia foi "um dos maiores investimentos" efectuados neste domínio nos últimos anos, salientou Marta Silva.

Fonte: Jornal de Notícias

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2087168

Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011

Nova linha de apoio sobre segurança na internet: Linha Ajuda


Já se encontra disponível uma nova linha de apoio sobre segurança na internet, a Linha Ajuda. Esta linha tem por base um serviço de atendimento telefónico e online de crianças, jovens, pais e professores, sobre questões relacionadas com o uso de tecnologias online. A Linha Ajuda garante o apoio, anónimo e confidencial, ao uso das tecnologias, cobrindo todos os assuntos relativos à utilização das mesmas, incluindo problemas relacionais no seio das famílias ou entre pares, bullying, assim como exploração imprópria e indigna das crianças e jovens.

Os objectivos da Linha Ajuda são: prestar apoio telefónico ou online, de forma anónima e confidencial, a crianças, jovens, pais e professores, sobre questões relacionadas com o uso da tecnologia; informar activamente os utilizadores (crianças, jovens, pais e professores) sobre a actividade da linha de apoio e de como entrar em contacto; dispor de um sistema para remeter ocorrências graves às autoridades competentes quando uma criança parecer estar em perigo; analisar, discutir e fornecer resultados que contribuam para as estratégias de sensibilização na área da Internet Segura.

A Linha Ajuda é uma iniciativa da Fundação para o Desenvolvimento das Tecnologias de Informação, no âmbito do consórcio Internet Segura e do programa Safer Internet, sendo co-financiada pela Comissão Europeia. A APAV é entidade parceira desta iniciativa.


Mais informações:
Linha Ajuda

Pulseiras electrónicas para violência doméstica

As pulseiras electrónicas vão ser usadas para vigiar autores de violência doméstica. O sistema funciona através de GPS e emite um sinal de alarme para as autoridades sempre que o agressor se aproxima da vítima.

A direcção-geral de Reinserção Social quer incluir no equipamento da pulseira electrónica o sistema de GPS. Desta forma passa a ser possível localizar os autores de violência doméstica.

Sempre que o agressor se aproxima da vítima, um sinal de alarme é emitido para um pager da mulher agredida e para a direcção-geral de Reinserção Social, que por sua vez avisa a polícia. Caso a vítima esteja fora de casa, apenas o pager recebe o alerta.

Desta forma as autoridades conhecem a localização da vítima e do agressor em tempo real e podem contactar a polícia e evitar tragédias.

Desde o fim de 2009 os tribunais aplicaram o sistema de pulseira electrónica a 81 autores de violência doméstica. Este ano já morreram 15 vítimas, ainda assim menos 33 mortes do que no ano passado.

De acordo com o «Jornal de Notícias», o sistema GPS através da pulseira já foi testado e deverá começar a funcionar em breve.

Sexta-feira, 12 de Agosto de 2011

Provedor de Justiça preocupado com maus-tratos a idosos em instituições públicas

"O provedor de Justiça, Alfredo José de Sousa, manifestou-se preocupado com os maus-tratos a idosos em estabelecimentos tutelados pelo Estado ou pela Segurança Social, adiantando que a sua acção passa por uma «interpelação» junto dessas instituições. «Preocupa-me quando os maus-tratos acontecem em estabelecimentos que estão tuteladas pelo Estado ou através da segurança social. Para estes casos temos um remédio, que é a nossa acção de interferência e de interpelação junto dessas entidades públicas para saber exactamente o que se está a passar», disse Alfredo de Sousa em entrevista à agência Lusa."



Fonte: Jornal SOL

Quinta-feira, 30 de Junho de 2011

Workshop "Conhecer a Sexualidade, Uma Questão Parental"


No âmbito do Projecto "Gabinete para a Vida - Tolerância Zero" será realizado na próxima Sexta-feira 1 de Julho o Workshop: "Conhecer a Sexualidade, Uma Questão Parental" no nosso Clube de Mães e de Pais.
Esta oficina será direccionada aos pais/mães e encarregad@s de educação inscrit@s no Clube e, será dinamizado pela equipa do Gabinete para a Vida, coordenadora do projecto e ainda com a colaboração do Psicólogo Hugo Borges.

Nesta edição do Clube pretende-se sensibilizar e ajudar os pais/mães e Encarregad@s de Educação a tomarem decisões mais adequadas e responsáveis sobre estes assuntos, que por vezes não são fáceis de lidar.

Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

Precisa-se Psicólogo(a)

O Gabinete Para a Vida recruta Psicólogo(a) Clínico (a).

Para mais informações por favor, contactar para:

Telefone: 235 41 20 10;

Telemóvel: 917 911528

Ou envie o seu Curriculum Vitae para:

GAUDEAMUS Ass. Juvenil - Gabinete para a Vida
Avenida de Coimbra
Apartado 153
3420-321 Tábua

Sexta-feira, 1 de Outubro de 2010

Mais cedo ou mais tarde, quase todas as crianças criam um ou mais amigos imaginários. Dão-lhes nome, personalidade, apresentam-nos aos pais, irmãos e avós, dormem com eles e chegam a pôr um lugar à mesa para que os seus grandes companheiros partilhem as refeições da família. Agora, um estudo neozelandês afirma que os amigos imaginários contribuem decisivamente para o desenvolvimento e riqueza da linguagem infantil. A equipa da Universidade de Otago analisou as características linguísticas de meia centena de crianças com cinco anos, das quais 23 tinham um "amigo invisível". Estas últimas revelaram mais capacidades para imaginar histórias, ficcionistas ou realistas, com uma maior riqueza de pormenores, diálogos e informações. "Como a capacidade das crianças para contar histórias é um forte indicador da sua capacidade de leitura, essas diferenças podem ter repercussões positivas no futuro desempenho escolar", considera Elaine Reese, uma das investigadoras da pesquisa publicada no jornal "Child Development".
Fonte: Pais & Filhos - Outubro 2009

Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010

CLUBE DE MÂES E DE PAIS




«Trabalhar com famílias exige do técnico reflexões e actualizações continuadas. Nesta teia emocional e relacional que é ser família, na qual os profissionais entram para apoiar e promover mais competências, tantas vezes se colocam questões sobre as múltiplas possibilidades de intervenção, mas também do que é sentido pelas famílias e, naturalmente, pelos profissionais. Através de debates, role-playings e dinâmicas de grupo, pretende-se que os participantes fiquem (ainda mais) aptos a potenciar o melhor de cada família, e introduzir uma reflexão continuada no seu trabalho diário.» Treinar competências na intervenção com famílias é, assim, o objectivo desta acção que terá em breve lugar na sede do Gabinete para a Vida.
Faça-nos chegar a sua inscrição atrvés do email: gabineteparaavida@gmail.com ou através do número de telemóvel: 91 79 11 528.

Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010

Campo de Férias

GAUDITO


Estão ainda abertas as inscrições para o "Campo de Férias: Viver a Igualdade e a Natureza com o Gaudito" 2010.
Este campo de Férias promovido pela GAUDEAMUS Asso. Juvenil através do "Projecto Gabinete para a Vida" e em pareceria com o Instituto Português da Juventude, desenvolverá entre os dias 30 de Agosto e 10 de Setembro inúmeras actividades na vila de Tábua para jovens entre os 12 e os 17 anos.

Entendemos um Campo de Férias como um espaço privilegiado para a ocupação das crianças e jovens durante as férias escolares, uma vez que possibilita vivências diversificadas em grupo, a partilha de experiências e o conhecimento de meios físico, social e cultural diferentes.

Recorremos a metodologias participativas e lúdicas, procuramos estimular @s participantes para a Igualdade, a não violência, ecologia, aliadas à descoberta das suas capacidades e potencialidades, para conseguirem atingir um maior desenvolvimento na sua autonomia e uma maior consciência dos seus deveres de cidadania.

Fomentar a Generosidade

Incutir o Amor

Favorecer a União

Proporcionar o Divertimento

Incentivar o Interesse

Facilitar a Tomada de Decisão

Oferecer a Oportunidade